A superstição…

A superstição…

A superstição que ronda o número 13 é, sem dúvida, uma das mais populares. Sua origem é pagã, e não cristã, como muitos pensam, e remonta a duas lendas da mitologia nórdica.

De acordo com a primeira delas, houve no Valhalla, a morada dos deuses nórdicos, um banquete para o qual 12 divindades foram convidadas.

Loki, deus do fogo, ficou enciumado por não ter sido chamado e armou uma cilada: ludibriou um deus cego para que este ferisse acidentalmente o deus solar Baldur, que era o favorito de seu pai, Odin, o deus dos deuses. Daí surgiu a idéia de que reunir 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

A associação com a sexta-feira vem da Escandinávia e refere-se a Frigga, a deusa da fertilidade e do amor. Quando as tribos nórdicas e alemãs foram obrigadas a se converter ao cristianismo, a lenda transformou Frigga em bruxa, exilada no alto de uma montanha. Dizia-se que, para se vingar, ela se reunia todas as sextas-feiras com outras 11 bruxas e o demônio, num total de 13 entes, para rogar pragas sobre os humanos. Isso serviu para incitar a raiva e a animosidade das pessoas contra Frigga, embora nem sequer existissem figuras malignas como o Diabo nessas culturas. Como a sexta-feira era um dia consagrado à deusa e, portanto, ao feminino, o advento do patriarcado fez com que esse dia fosse o escolhido para ser um dia amaldiçoado, como tudo o que dizia respeito às mulheres – a menstruação, as formas arredondadas, a magia, o humor cíclico, o pensamento não-linear etc.

A Última Ceia, portanto, é uma posterior releitura dos mitos originais, onde havia 13 à mesa, às vésperas da crucificação de Jesus, que ocorreu em uma sexta-feira. O 13º convidado teria sido o traidor causador da morte de Jesus, exatamente como Loki foi o causador da morte do filho de deus.

A idéia do 13 como um indício de má sorte surge da concepção que o judaico-cristianismo tem da morte, que não é, necessariamente, a idéia que Jesus teria tido. Especula-se, inclusive, que Jesus, sendo um sábio iniciado, possa ter estipulado o número de pessoas à mesa em 13 precisamente por causa da magia do número. Nas cartas do tarô, o Arcano 13 é a carta da morte, até por uma possível associação com as letras hebraicas. Estudiosos da prática interpretam a carta como um sinal de mudanças de pontos de vista, de formas de viver, e profundas transformações internas e externas. Mesmo quando se refere à morte física, na concepção religiosa, esta não representa um fim em si mesma, afinal os povos antigos viam a morte como transmutação, uma passagem para outro mundo ou plano de existência, em geral com uma conotação evolutiva. Por esse motivo, as tradições de magia ocidental, como a Wicca (bruxaria moderna), sugerem o número de 13 participantes em rituais.

 

A VERDADEIRA HISTORIA!

 

Origem do mito do azar está relacionada aos cavaleiros templários.

por. Felipe Van Deursen 

Os dias de glória da Ordem dos Cavaleiros Templários, fundada no século 12 em Jerusalém, durante as Cruzadas, estavam próximos do fim no início do século 14. Rica e poderosa, sua influência na Europa começava a incomodar alguns monarcas, como Filipe IV, o Belo, da França, que resolveu dar cabo dos cavaleiros.

Em 14 de setembro de 1307, o rei enviou a seus oficiais ordens que só deveriam ser abertas dali a um mês. Reveladas as mensagens, numa sexta-feira, 13 de outubro, os templários que viviam na França começaram a ser presos, torturados, excomungados e queimados na fogueira.

Assim, o rei atacou uma instituição submetida ao Vaticano – e não à França. Por cinco anos, enquanto os cavaleiros templários eram perseguidos, o rei tentou convencer o papa Clemente V a extinguir a Ordem. Até que, em 1312, os templários deixaram de existir, acusados de heresia, traição a Jesus e homossexualismo.

Sexta Feira 13 – Curiosidades e Fatos 1

Sexta Feira 13 – Curiosidades e Fatos 1

Ai, ai ai, sempre adorei Sexta Feira 13 acho um dia mágico e único, então resolvi fazer uma série de posts sobre a data!

Começo com essa reportagem muito legal que vi no site da Revista Monet!

Especial Sexta-Feira 13: treze histórias reais por trás dos filmes de terror

 


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por Marina Jankauskas e Juliana Malacarne
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“Baseado em fatos reais”. Essa é uma das frases mais comuns para atrair o público ao cinema, principalmente no que diz respeito aos filmes de terror. A sensação de “aconteceu de verdade e, logo, pode acontecer com você” parece atrair ainda mais os fãs por gritos e sustos nas telonas. Mas o que é real, e o que é roteiro, nesse tipo de filme? Nessa sexta-feira 13, fizemos uma lista das histórias arrepiantes por trás da ficção. Confira!
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Alerta de spoiler: alguns resumos podem entregar detalhes dos enredos dos filmes
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(Fonte: Horror.about).
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Psicose (1960)
História do filme: Norman Bates é um proprietário de hotel psicologicamente perturbado que tem delírios que sua mãe morta, cujo corpo ele guarda no sótão, quer matar hóspedes de seu hotel. Ele desenvolve uma dupla personalidade e se veste como ela quando comete seus assassinatos.
História Real: O personagem Norman Bates foi inspirado em Ed Gein, um homem de Wisconsin que foi preso em 1957 por ter cometido dois homicídios e desenterrado os cadáveres de inúmeras outras mulheres que o lembravam de sua mãe morta. Ele esfolou os corpos para fazer abajures, meias e um “traje feminino”, na esperança de se tornar uma mulher. Ele foi considerado louco e passou o resto de sua vida em uma instituição mental.
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O Exorcista (1973)
História do filme:
 Dois padres tentam exorcizar um demônio que possuiu uma menina de 12 anos que mora no bairro de Georgetown, em Washington, DC.
História Real: William Peter Blatty, roteirista e autor do romance O Exorcista, foi inspirado por um artigo que leu na Universidade de Georgetown sobre um exorcismo realizado em um menino de 13 anos em Mount Rainier, Maryland em 1949. Os detalhes da história se tornaram confusos ao longo dos anos – talvez intencionalmente, a fim de proteger a família – mas a verdadeira casa do menino está na cidade de Cottage, Maryland, e exorcismo foi realizado em St. Louis. Evidências apontam que seu comportamento não teria sido tão ultrajante ou sobrenatural como foi retratado no filme.
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O Massacre da Serra Elétrica (1974)
História do filme:
 Um grupo de jovens viajando por uma zona rural acaba caindo no território de uma família de canibais, incluindo Leatherface, vestindo uma máscara feita de pele humana.
História Real: A inspiração inicial de Tobe Hooper nasceu a partir de uma visita a uma loja que vendia serras-elétricas. Parte da idéia para a criação de Leatherface e da “decoração” da casa da família Sawyer surgiu, novamente, de Ed Gein (veja em Psicose) e seus ornamentos caseiros feitos de ossos e pele humana. Gein inspirou também o serial killer de “O Silêncio dos Inocentes”.
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Tubarão (1975)
História do filme:
 Um tubarão branco de quase 8 metros de comprimento aterroriza a fictícia comunidade pesqueira da Ilha de Amity, atacando banhistas e barqueiros por vários dias durante o verão.
História Real: O roteirista e romancista Peter Benchley foi inspirado em parte por uma série de ataques de tubarão que assolaram a costa de Nova Jersey em 1916. Ao longo de um período de 12 dias em julho daquele ano, cinco pessoas foram atacadas, das quais quatro morreram. Um tubarão branco de 2 metros foi morto em 14 de julho, e em seu estômago foram encontrados restos que seriam de seres humanos. Até hoje, há um debate sobre se aquele tubarão foi o culpado ou não – alguns cientistas argumentam que provavelmente era um tubarão-touro – mas nenhum novo ataque foi registrado naquele verão, depoiso grande branco que foi morto.
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Quadrilha de Sádicos (1977)/A Viagem Maldita (2006)
História do filme:
 Uma família viajando pelo deserto ao sudoeste americano toma um atalho e acaba se deparando com canibais mutantes que vivem escondidos dentro das cavernas nas colinas.
História Real: O filme foi inspirado na lenda de Alexander “Sawney” Bean, um escocês do século 15 ou 16 que supostamente liderava um clã de 40 pessoas que matou e comeu mais de 1.000 seres-humanos. Eles viveram em cavernas durante 25 anos antes de ser apanhados e condenados à morte. Sua vida inspirou inúmeras histórias e filmes em todo o mundo, incluindo The Hills Have Eyes e o britânico Raw Meat, mas os historiadores mais sérios de hoje não acreditam que Bean sequer existiu.
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Terror em Amityville (1979)
História do filme: Uma família de sobrenome Lutz muda-se para uma casa a beira de um rio, local que havia sido palco de um assassinato em massa no ano anterior. Lá, eles se deparam com uma série de malignos eventos paranormais que faz com que abandonem a casa em apenas 28 dias.
História real: Talvez este seja o filme de terror mais famoso baseado em uma “história real”. A filmagem foi baseada em um livro que se autoproclama de não ficção e descreve o que George e Kathy Lutz vivenciaram durante as 4 semanas que passaram na casa, incluindo vozes de espíritos, imagens demoníacas, crucifixos invertidos e paredes que sangram uma gosma verde. A maioria dos eventos retratados tanto no livro quanto no filme foram questionados por investigadores e é quase senso comum que os incidentes estranhos foram uma espécie de pegadinha feita com o casal.
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Enigma do mal (1981)
História do filme: Carla Moran, uma mãe solteira de três filhos, é atormentado por uma entidade sobrenatural que a abusa repetidamente. Ela recebe a ajuda de pesquisadores paranormais, que documentam a assombração e tentam prender o espírito.
História real: Em 1974, os investigadores paranormais Kerry Gaynor e Barry Taff investigaram o caso de uma mulher cujo nome acredita-se ser Doris Bither. Bither vivia em Culver City, Califórnia, e alegou ter sido agredida fisicamente e sexualmente por uma entidade. Gaynor e Taff testemunharam os objetos se moverem em sua casa, fotos capturadas de luzes flutuando e viram uma aparição humanóide, mas nunca tentaram capturar um espírito.
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Henry, retrato de um assassino (1986)
História do filme: Henry é um serial killer responsável pela morte de centenas de pessoas, as vezes, tendo como parceiro Otis, o rapaz com quem divide o quarto. Ele encontra consolo na irmã de Otis, Becky.
História real: John McNaughton, escritor e diretor do filme se inspirou no serial killer Henry Lee Lucas, que tinha um cúmplice chamado Ottis Toole e um relacionamento amoroso com uma parente mais nova de Otis, sua sobrinha, Frieda Powell. Porém, as cenas de assassinato do filme foram baseadas mais na confissão de Henry do que na realidade. Henry confessou quase 600 assassinatos, em parte, porque a confissão lhe concedia condições privilegiadas na cadeia. A maioria dos fatos que ele relatou não foram comprovados, mas mesmo assim Henry foi culpado por 11 assassinatos, incluindo o de Frieda Powell, e passou o resto da vida na prisão.
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Mar aberto (2004)
História do filme: Daniel e Susan, um casal de namorados, fazia uma viagem de mergulho em grupo quando a equipe que controlava a atividade cometeu um erro durante a contagem de tempo que os mergulhadores levavam para retornar a superfície, partindo sem os dois. O erro deixou o casal flutuando sozinho no meio do oceano, cercado por tubarões.
História real: Em janeiro de 1998, o casal Tom e Eileen Lonergan desapareceu no grande recife de corais australianos após ter sido acidentalmente esquecido por uma companhia de mergulho. Uma mochila com a carteira e o passaporte do casal foi encontrada pelos funcionários da equipe dois dias depois e só então eles perceberam que haviam deixado duas pessoas para trás. Uma busca foi realizada, porém os corpos nunca foram encontrados. Pertences dos desaparecidos, encontrados semanas depois não mostraram sinais do violento ataque de tubarões sugerido pelo filme.
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O exorcismo de Emily Rose (2005)
História do filme: Um padre está sendo julgado pela morte de uma jovem mulher chamada Emily Rose que ele anteriormente havia tentado exorcizar. Através de flashbacks o filme nos mostra situações pela qual ela passou enquanto estava possuída.
História real: O filme foi inspirado em Anneliese Michel, uma garota alemã de 16 anos que em 1968 apresentou sintomas de uma possessão demoníaca. Por anos ela sofreu com paralisia, auto-mutilação, fome e visões demoníacas. Durante 10 meses do ano de 1975, dois padres realizaram diversas sessões de exorcismo na menina que acreditavam estar possuída por demônios. Nesse período, Anneliese se alimentava muito pouco e acabou morrendo de fome em julho de 1976. Os pais e os padres foram acusados, culpados e tiveram de cumprir seis meses de prisão por maus tratos.
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Wolf Creek – Viagem ao inferno (2005)
História do filme: Duas turistas inglesas e um aventureiro homem australiano foram acampar no parque nacional Wolf Creek, na Austrália. Quando o carro deles quebra, um motorista de caminhão de reboque aparece para “resgatá-los”, mas depois os seqüestra e mantém em cativeiro, torturando-os.
História real: Greg McLean, diretor e roteirista do filme, escreveu o enredo originalmente como ficção, mas quando soube da história real de dois assassinos australianos que atacavam viajantes, editou o script para que coincidisse com os casos reais. Os assassinos são Bradley John Murdoch, que matou uma turista inglesa e tentou sequestrar outra em julho de 2001 e Ivan Milat, que oferecia caronas e levava quem aceitasse até a mata para torturar e depois matar durante os anos 90. Ambos foram capturados e condenados a prisão perpétua.
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Eles (2007)
História do filme: Um jovem casal francês está passando um fim de semana em uma mansão isolada e em estado precário no interior da Romênia quando, certo dia as 3 da madrugada eles se encontram cercados por assaltantes encapuzados com intenções assassinas.
História real: Supostamente, o filme foi baseado na “história real” de um casal australiano assassinado por três adolescentes durante uma viagem à República Tcheca, mas nenhuma evidência concreta surgiu para confirmar essa hipótese.
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Evocando Espíritos (2008)
História do filme: A família Campbell se muda para Connecticut para ficar perto do médico responsável pelo seu filho doente, Matt. Eles logo percebem que a sua nova casa é ex-assombrada por uma força maléfica.
História real: a inspiração do filme foi a família Parker, que se mudou para Connecticut em 1986 para estar perto dos especialistas que tratavam seu filho de 14 anos de idade, Paul, que estava com câncer. No porão, onde Paulo dormia, eles descobriram equipamentos de embalsamamento, o que implicava que a casa havia sido uma funerária. Eles relataram encontrar fenômenos inexplicáveis, como pisos de sangue, vozes sem corpo e figuras sombrias. Segundo eles, Paul tornou-se possuído por uma força que o levou a atacar sua família. Eventualmente, um exorcismo foi realizada para “limpar” a casa.

 

ttp://revistamonet.globo.com/coluna/2012/01/13/especial-sexta-feira-13-treze-historias-reais-por-tras-dos-filmes-de-terror/

 

Espero que tenham gostado, se quizerem comentar, juro que não fico braba!!!!

Hora de Pegar a estrada de novo. – Diário de Viagem 4

Hora de Pegar a estrada de novo. – Diário de Viagem 4

Dizem que o início de uma viagem é quando começamos a sonhar com ela. Creio ser esta uma das maiores verdades da vida.
Viajar começa exatamente quando decidimos ir. Começamos a pesquisar sobre o local, sua cultura, pontos turíscos, rotas, lugares para se hospedar, passeios e, no meu caso, ver as dicas e experiências de outros mochileiros que já estiveram por lá, conversei até com moradores por e-mail, às vezes, o melhor restaurante (aquele bom, barato e com bom atendimento) não é o mais famoso, o indicado pelas revistas e sim um local pequeno e que aparentemente nem chama a atenção ou existe um guia que não tem resgistro profisional, mas morou ali a vida inteira e conhece cantinhos únicos da região que as agências de turismo nunca ouviram falar. Descobrimos virtualmente a cidade para só depois conhecê-la pessoalmente.


Não sei como fui parar em um site que me mostrava Arraial do Cabo. Eu sonhava em ir para Bonito/MS e mexendo a esmo pela internet acabei descobrindo este pedaço de paraíso no Rio de Janeiro. Longe das praias do Leblon ou Copacabana, Arraial é chamado de “O Caribe Brasileiro” e não é à toa. As praias de águas azuis cristalinas recheadas de tartarugas (*.*) e golfinhos me encantou de uma maneira tão grande que na mesma hora quis ir pra lá.
Acaso ou destino, havia uma promoção de passagens áereas para o Rio de quase 80% de desconto. Então eu disse é agora. E mesmo sabendo que não seria a melhor hora pra viajar (em função da mudança para o apartamento que eu e o meu marido compramos) comprei as passagens.
Olhei quase todas as pousadas e hostels da região dos lagos atrás de um lugar pra ficar, e como (tonta) não vi que era feriado, estava tudo lotado. Acabei reservando uma pousada de frente pro mar que não era muito cara (algo em torno de R$ 200,00 – sim, isso não era caro perto das outras!!!-), mas que não-sei-por-que, não gostei. Encontrei um site onde pessoas opinávam sobre viagens a Arraial e foi lá que vi muitos comentários sobre uma pousadinha pequena e não divulgada chamada Bicho do Mar, sobre a qual muitos internautas relataram ótimas experiências diziam ser barata, bem localizada e aconchegante. Olhei as fotos, na mesma hora me apaixonei. E pasmem, o valor da diária para casal em pleno feriado é R$ 80,00.
Só faltava contar pro meu marido, que iria arrancar meu fígado e assar na brasa por comprar uma viagem pra longe bem na época da mudança. Enrolei, minha mãe deu a idéia de dizer que foi ela quem deu a viagem de presente porque assim ele ficaria bravo com ela e não comigo. Mas não gosto de mentiras, 1 mês e meio depois contei pra ele (falando a verdade). E para minha surpresa, ele teve uma crise de pânico por andar de avião, mas adorou a idéia. Me sinto mais leve, muito mais leve.
Agora, estou esperando, programando o básico, lendo os relatos, vendo vídeos azuis do mar de Arraial e sonhando com a hora em que o avião vai decolar.

Bom, começou o nervoso novamente, foram anos pedindo, literalmente enchendo o saco do pessoal da Comunidade Nin-Jtsu pra que eles gravassem um dvd, eles deviam querer nos mandar pra fruta-que-caiu.

Mas finalmente, resolveram gravar um DVD e eu estava lá com o restante da galera do Vida De Ninja e foi incrível, abalou as estruturas.

Cada detalhe foi cuidado, foi uma coisa fieta com paixão, amor e muito rock n’ roll.

Agora veio só uma espiadinha (ai eese termo me lembra Big Brother eccaaa!!!), prá aguçar a curiosidade, então, olhem aí e se preparem!!

Resenha do Livro: Marley e Eu

Resenha do Livro: Marley e Eu

Acabei de ler o livro Marley & Eu do autor John Grogan.

Curiosamente, apesar da minha paixão por animais, e gosto por romances nunca havia cogitado, mas devido a incisiva sugestão da minha colega, Ju, resolvi ler. Em dois dias e duas horas eu havia devorado o livro e chorava descontroladamente o final da obra.

Em resumo o livro conta a história de John (sim o autor!) e Marley seu cachorro labrador maluco. Mas não é apenas um livro fofo sobre como ter cachorros de estimação é legal, é uma lição de vida sobre como podemos aprender de fontes onde menos se espera, sobre amor, lealdade, dificuldades na vida. uma história real extremamente cativante – cativante, entende-se: vocês vai olhar seu cachorro de outra forma ou vai querer ter um desesperadamente).

Separei alguns dos famosos “trechos sublinhados” para postar no blog pois marcaram muito e representam pra mim, o espírito do livro:

“Marley me ensinou a viver cada dia com alegria e exuberância desenfreadas, aproveitar cada momento e seguir o que diz o coração. Ele me ensinou a apreciar coisas simples — um passeio pelo bosque, uma neve recém-caída, uma soneca sob o sol de inverno. E enquanto envelhecia e adoecia, ensinou-me a manter o otimismo diante da adversidade. Principalmente, ele me ensinou sobre a amizade e o altruísmo e, acima de tudo, sobre lealdade incondicional”. Era um conceito interessante que só então, após a morte dele, eu compreendia inteiramente. Marley como mentor. Como professor e exemplo. Seria possível para um cachorro — qualquer cachorro, mas principalmente um absolutamente incontrolável e maluco como o nosso — pudesse mostrar aos seres humanos o que realmente importava na vida? Eu acreditava que sim. Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. E também as coisas que não tinham importância. Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. E realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não”

Bom, fica dica, eu me surpreendi e adorei o livro ontem cheguei em casa e fiz o que não fazia a um bom tempo, dediquei algum tempo a brincar com o meu cachorro…

Golfinhos São Salvos em Arraial do Cabo!

Golfinhos São Salvos em Arraial do Cabo!

Na última segunda-feira, por volta das 8h, a turista Gerd Traue estava curtindo a praia em Arraial do Cabo e resolveu filmar o mar, onde vários golfinhos nadavam. Para surpresa de todos na praia, o grande grupo de golfinhos foi nadando em direção à areia e mais de 30 acabaram encalhados.

As imagens são bastante angustiantes, mas logo depois ajudam a recuperar a fé na humanidade. Os banhistas e moradores correm para salvar os animais e levá-los de volta ao mar.

Ahhhh quero ir pra Arraial do Cabo!!! além de Golinhos tem muitas Tartarugas lá! Que sonho de lugar!!! um dia eu vo!

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/emcartaznaweb

Mudar de novo.

Mudar de novo.

Mudar nunca é fácil. Envolve além de uma série de coisas, sair da sua zona de coforto e ir rumo ao desconhecido, ou seja, mergulhar na incerteza e isso é muito complicado. O ser humano do século 21 é acomodado. nos acostumamos com as situações mais absurdas possíveis, e preferimos conviver com elas à mudá-las, mesmo que seja para melhorar a nossa vida. Nos acostumamos com o roubo na política, com a destruição do meio ambiente, com a violência, com um emprego ruim e até mesmo com um relacionamento que já não nos faz bem.
Entrei agora em uma fase de mudança muito grande. Eu e meu namorado compramos um apartamento, aogra está na hora de começar a ajeitar as coisas pra ns mudarmos assim que aprovarem nosso pedido de financiamento, e eu passarei de filha a mulher e dona de casa. E isso está me assustando muito. Tenho certeza de que vai dar certo pois eu e o Edu já passamos por situações que muitos casais não aguentariam e em todas elas, nosso amor foi mais forte, e conseguimos atravessá-las cada vez mais fortes e dessa vez não será diferente. O que me asusta mesmo, é que definitivamente serei adulta e dona da minha vida. Sou só eu ou isso é apavorante?
Ao mesmo tempo, estou ansiosa para ir. Ter a nossa casa, o nosso canto do nosso jeito. Quando apertamos a mão do corretor fechando o negócio, algo como um fio invisível se rompeu dentro de mim, e quando deixei o condomínio voltando para a casa onde moro, já não era mais a minha casa, e sim a casa da minha mãe. Estranho não? Foi quando finalmente caiu a ficha que eu não estava brincando de The Sims.
E ao mesmo tempo que  eu exultava felicidade, eu me apavorei. Confesso que o friozinho na barriga ainda está comigo, mas acho que é este medo do desconhecido. Como um mapa de jogo RPG que vai abrindo somente quando o boneco caminha por ele.  Dar o primeiro passo, a gente já deu, a jornada é longa, agora só precisamos abrir o mapa.

Triste história de um Professor

Triste história de um Professor

Porto Alegre (RS), 16 de julho de 2011

Caro Juremir (CORREIO DO POVO/POA/RS)
Meu nome é Maurício Girardi. Sou Físico. Pela manhã sou vice-diretor no Colégio Estadual Piratini, em Porto Alegre , onde à noite leciono a disciplina de Física para os três anos do Ensino Médio. Pois bem, olha só o que me aconteceu: estou eu dando aula para uma turma de segundo ano. Era 21/06/11 e, talvez, “pela entrada do inverno”, resolveu também ir á aula uma daquelas “alunas-turista” que aparecem vez por outra para “fazer uma social”. Para rever os conhecidos. Por três vezes tive que pedir licença para a mocinha para poder explicar o conteúdo que abordávamos.
Parece que estão fazendo um favor em nos permitir um espaço de fala. Eis que após insistentes pedidos, estando eu no meio de uma explicação que necessitava de bastante atenção de todos, toca o celular da aluna, interrompendo todo um processo de desenvolvimento de uma idéia e prejudicando o andamento da aula. Mudei o tom do pedido e aconselhei aquela menina que, se objetivo dela não era o de estudar, então que procurasse outro local, que fizesse um curso à distância ou coisa do gênero, pois ali naquela sala estavam pessoas que queriam aprender’ e que o Colégio é um local aonde se vai para estudar. Então, a “estudante” quis argumentar, quando falei que não discutiria mais com ela.
Neste momento tocou o sinal e fui para a troca de turma. A menina resolveu ir embora e desceu as escadas chorando por ter sido repreendida na frente de colegas. De casa, sua mãe ligou para a Escola e falou com o vice-diretor da noite, relatando que tinha conhecidos influentes em Porto Alegre e que aquilo não iria ficar assim. Em nenhum momento procurou escutar a minha versão nem mesmo para dizer, se fosse o caso, que minha postura teria sido errada. Tampouco procurou a diretoria da Escola.
Qual passo dado pela mãe? Polícia Civil!… Isso mesmo!… tive que comparecer no dia 13/07/11, na 8.ª (oitava Delegacia de Polícia de Porto Alegre) para prestar esclarecimentos por ter constrangido (“?”) uma adolescente (17 anos), que muito pouco frequenta as aulas e quando o faz é para importunar, atrapalhar seus colegas e professores’. A que ponto que chegamos? Isso é um desabafo!… Tenho 39 anos e resolvi ser professor porque sempre gostei de ensinar, de ver alguém se apropriar do conhecimento e crescer. Mas te confesso, está cada vez mais difícil.
Sinceramente, acho que é mais um professor que o Estado perde. Tenho outras opções no mercado. Em situações como essa, enxergamos a nossa fragilidade frente ao sistema. Como leitor da tua coluna, e sabendo que abordas com frequência temas relacionados à educação, ”te peço, encarecidamente, que dediques umas linhas a respeito da violência que é perpetrada contra os professores neste país”.

Fica cristalina a visão de que, neste país:
Ø NÃO PRECISAMOS DE PROFESSORES
Ø NÃO PRECISAMOS DE EDUCAÇÃO
Ø AFINAL, PARA QUE SER UM PAÍS DE 1° MUNDO SE ESTÁ BOM ASSIM

Alguns exemplos atuais:
· Ronaldinho Gaúcho: R$ 1.400.000,00 por mês. Homenageado pela “Academia Brasileira de Letras”…
· Tiririca: R$ 36.000,00 por mês. Membro da “Comissão de Educação e Cultura do Congresso”…
TRADUZINDO: SÓ O SALÁRIO DO PALHAÇO, PAGA 30 PROFESSORES. PARA AQUELES QUE ACHAM QUE EDUCAÇÃO NÃO É IMPORTANTE: CONTRATE O TIRIRICA PARA DAR AULAS PARA SEU FILHO.
Um funcionário da empresa Sadia (nada contra) ganha hoje o mesmo salário de um “ACT” ou um professor iniciante, levando em consideração que, para trabalhar na empresa você precisa ter só o fundamental, ou seja, de que adianta estudar, fazer pós e mestrado? Piso Nacional dos professores: R$ 1.187,00… Moral da história: Os professores ganham pouco, porque “só servem para nos ensinar coisas inúteis” como: ler, escrever, pensar,formar cidadãos produtivos, etc., etc., etc….
SUGESTÃO: Mudar a grade curricular das escolas, que passariam a ter as seguintes matérias:
Ø Educação Física: Futebol;
Ø Ø Música: Sertaneja, Pagode, Axé;
Ø História: Grandes Personagens da Corrupção Brasileira; Biografia dos Heróis do Big Brother; Evolução do Pensamento das “Celebridades”
Ø História da Arte: De Carla Perez a Faustão;
Ø Matemática: Multiplicação fraudulenta do dinheiro de campanha;
Ø Cálculo: Percentual de Comissões e Propinas;
Ø Português e Literatura: ?… Para quê ?…
Ø Biologia, Física e Química: Excluídas por excesso de complexidade.

Está bom assim? … eu quero mais!…
ESSE É O NOSSO BRASIL …
Vejam o absurdo dos salários no Rio de Janeiro (o que não é diferente do resto do Brasil)

Ø BOPE – R$ 2.260,00………………….. para …….. Arriscar a vida;
Ø Bombeiro – R$ 960,00…………………para …….. Salvar vidas;
Ø Professor – R$ 728,00…………………para …….. Preparar para a vida;
Ø Médico – R$ 1.260,00………………….para …….. Manter a vida;

E o Deputado Federal?…..R$ 26.700,00 (fora as mordomias, gratificações, viagens internacionais, etc., etc., etc., para FERRAR com a vida de todo mundo, encher o bolso de dinheiro e ainda gratificar os seus “bajuladores” apaniguados naquela manobrinha conhecida do “por fora vazenildo”!).

IMPORTANTE:
Faça parte dessa “corrente patriótica” um instrumento de conscientização e de sensibilização dos nossos representantes eleitos para as Câmaras Municipais, Assembleias Estaduais e Congresso Nacional e, principalmente, para despertar desse “sono egoísta” as autoridades que governam este nosso maravilhoso país, pois eles estão inertes, confortavelmente sentados em suas “fofas” poltronas, de seus luxuosos gabinetes climatizados, nem aí para esse povo brasileiro. Acorda Brasília, acorda Brasil!

E vocês o que acha disso?

E o Expresso Hogwarts partiu pela última vez!

E o Expresso Hogwarts partiu pela última vez!

O Trio!Tá. sei que já foi a alguns meses, mas devido a toda a comoção que vi no twitter, resolvi finalmente me expressar a respeito do fim da série.

Começei a ler Harry Potter aos 12 anos, após ir ao cinema e ver A Pedra Filosofal, e desde então, dominou meu coração com a força de um Rabo-Corneo Húngaro!

Harry Potter não são apenas mais alguns livros e filmes, é uma lição de vida, são emoções diversas misturadas em um caldeirão de aventuras. Quem nunca desejou uma cerveja amantegada no verão? Ou um bolo de caldeirão?

No twitter rolava o papo: ” Com Harry Potter eu Aprendi…”, bom vamos ao que eu aprendi:

- Aprendi que magia existe sim, que abrindo um livro eu posso viajar pra um mundo mágico onde, entre Hipogrifos e Feitiços, eu aprendi a sonhar.

-Aprendi que não importa o desafio, mesmo que seja o maior bruxo de todos os tempos tentando matar você, a gente tem que lutar de cabeça erguida.

- Que ninguém é uma ilha e que precisamos das pessoas, mas não podemos ser dependentes delas, tem que buscar a força dentro de si mesmo.

- Aprendi que futebol é para os fracos, quem é phoda, joga quadribol.

- Aprendi que tenho que respeitar todas as criaturas do universo, e que até um elfo domestico é importante no mundo.

- Aprendi que quando alguém ficar petrificado, basta fazer uma infusão de mandrágoras.

- Que tenho que estar preparada para todas as dificuldades que a vida trouxer, mesmo que eu não tenha uma bolsa com fundo expandido O sonho de todas as mulheres.

Aprendi acima de tudo que lealdade é a coisa mais precisa do mundo e que verdadeiros amigos estão juntos em todas as horas, até quando tem um cadáver que vira cobra e tenta te matar, precisa participar de um movimento revolucionário de libertação de elfos!

Chorei a morte de Tantos personagens, me alegrei com as conquistas deles, acompanhei suas incertezas e inseguranças e folguei quando se apaixonavam e ficavam patetas – a ruivinha hã hã… ~~ – e perdi o fôlego com suas aventuras.

Foram 10 anos “convivendo” com vários “amigos” que agora não me contarão as suas novidades, e isso deixa um vazio enorme dentro de mim.

Só nos resta desejar bons ventos à J.K, aos atores, reler, rever e tentar ir a orlando!

Segue uma paródia feita pelo Mr. Celedoneo, que eu achei engraçada rules!

http://ofichario.blogspot.com/2011/08/parodia-fico-assim-sem-voce-versao-para.html

Letra da Parodia
 
O Jorge sem o Fred
O Draco sem o Crabbe
Sou eu assim sem você
O Denis sem o Colin
Os elfos sem o Dobby
Sou eu assim sem você
 
Porque teve que ser assim
Porque teve que ter um fim
Um livro a todo instante
Nem mil cartas berrantes
Vão poder falar por mim
 
A Cissa sem a Bella
Canino sem cadela
Sou eu assim sem você
 
Hogwarts sem Marotos
Poções sem o Ranhoso
Sou eu assim sem você
 
To louco pra te ver jogar
To louco pra erguer as mãos
E ver o adversário
Tomar um bom balaço
Rebatido pelo bastão
 
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
Eu vou pra Hogwarts pra poder te ver
Mas os Testrálios tão de mal comigo
Porque?
 
Poooooooorque?
 
A Gina sem o Harry
Victorie sem o Teddy
Sou eu assim sem você
 
Rony sem Mione
Sinistro sem Trelawney
Sou eu assim sem você
 
Porque teve que acabar
J.K. tem que continuar
Um Harry Potter 8
Ou livro dos Marotos
Epílogo maior já dá
 
Estou sozinho sem um HP
A solidão é o meu pior castigo
Sem livro novo vou ter que reler
Mas não faz mal eu gosto mesmo é disso
Porqueeeee?

Diário de Viagem 3 – Cidreira!

Diário de Viagem 3 – Cidreira!

Dizem que cidreira nem é praia, mas pra mim e as marcas dos torrões do sol fomando o biquini dizem quem sim.

Quinta-feira decidimos ir para Cidreira. Foi assim, do nada. Saimos na sexta-feira a noite depois de eu ficar fazendo hora extra no Hotel (pois é justo na sexta feira!!!) e nos hospedamos na casa da avó de um amigo nosso, o que tornou a viagem mais confortável e econômica. Tiramos os relógios quando chegamos a praia, esquecemos completamente dos horários, comíamos quando dava fome, acordamos cedo, mas para aproveitar ainda mais o dia, uma experiência atemporal. Percebi com surpresa, que isso gera um ligeiro desconforto. A verdade é que se desligar de ter compromissos marcados é muito difícil. Fica aquela impressão de ter horários a cumprir, de estar negligênciando alguma coisa. Estamos mais presos ao relógio do que pensávamos. E isso apavora.

Conseguimos aproveitar muito tempo em função de 5 horas de sono por noite (isso com sorte) teve direito a passeio de mini buggie, sandbord (pode-se chamar também de eucaiobord, prometo que posto o video de eu rolando morro abaixo!), pescaria (sem muito direto a peixes) e muitas, muitas risadas. Quem conhece o grupo sabe como sabemos rir juntos.

A praia, na verdade tem um ar de desolação, de eu-só-vou-por-não-ter-opção, mas pra nós que encontramos prazer simplesmente por estarmos juntos, não fez diferença. Ficar de madrugada na noite quentinha, sentindo a brisa do mar, tomando uma cerveja e dando risadas com os amigos, era o que eu precisava! Rir das coisas que deram errado, das que deram certo, e do que não deu em nada(como foi o caso do jet ski que não fuincionou e virou motivo de arriação, e ainda nos rendeu uma horrenda experiência de ter que ir a um pagode – obs dentro da obs: mesmo com 5 litros de capeta, caipira de vinho e cerveja era bizarro).

Não tenho muitas resomendações pois não saimos muito (tirando o pagode ¬¬ que não é recomendável), e fica a recomendação. Capeta de 5 litro é muito doce e não embebeda.

Enfim, foi ótimo e voltarei a praia que não é praia sempre que for possível, com os amigos.

p.s. o mar estava um nojo, e eu peguei peixe! Deveria ter imensos 15cm (ou menos!)